Na tarde desta quarta-feira (10), a comunidade pelotense somou-se à luta dos trabalhadores e servidores em educação do estado do Rio Grande do Sul. Os movimentos sociais tomaram as ruas do centro da cidade exigindo a instalação de uma CPI para investigar as denúncias de fraudes no governo tucano.
Na última sexta-feira (5), durante a abertura da Fenadoce, Yeda não teve coragem de encarar os trabalhadores e retornou para Porto Alegre tão logo chegou à Pelotas. As suspeitas de corrupção no seu governo crescem a cada dia e a comunidade gaúcha já deu provas do que quer.
Os manifestantes saíram em marcha da frente do Cpers sindicato, localizado na rua XV de novembro entre Neto e Voluntários e passaram por algumas ruas do centro da cidade: dobrando na rua General Neto e novamente na Genaral Osório onde fizeram um protesto em frente ao Colégio Pedro Osório, em seguida dirigiram-se até a Câmara de Veradores onde novamente mostraram toda a insatisfação com os rumos da educação no estado e também na cidade de Pelotas.
O encerramento da mobilização se deu na esquina democrática, em frente ao chafariz da Andrade Neves, com as manifestações dos representantes das centrais sindicais de Pelotas e Porto Alegre. O Movimento dos trabalhadores desempregados (MTD) também marcou presença no ato e destacou a falta de políticas públicas para solucionar o problema do desemprego em Pelotas.
Recente pesquisa realizada pela Datafolha, revelou que mais da metade dos gaúchos (57%) acredita na existência de casos de corrupção no governo de Yeda Crusius (PSDB).
Entre aqueles que acreditam haver casos de corrupção no governo gaúcho, 70% defendem o impeachment da tucana.
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